terça-feira, 23 de julho de 2013

O governo Dilma na contramão da economia,Demanda tem 2º pior desempenho.

A demanda das empresas por crédito diminuiu 4,7% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período do ano passado, de acordo com a Serasa Experian. Foi o segundo pior desempenho para um primeiro semestre desde 2007, início da série histórica do indicador. Antes desse resultado, o pior tinha sido o de 2009, quando a queda chegou a 6,7%.

Tomando apenas o mês de junho, houve uma pequena recuperação na demanda por crédito, com aumento de 0,6%, ante queda de 9% em maio.

No semestre, a queda se concentrou nas micro e pequenas empresas (-6,8%), já que entre as médias e grandes houve avanço, de 6,3% e de 18,6%, respectivamente. Entre janeiro e junho de 2013, o maior recuo na procura das empresas por crédito se verificou na região Sul (-7,2%) frente ao mesmo período do ano passado.


 Nas regiões Nordeste e Sudeste, as quedas acumuladas no semestre foram de 4,6% e de 4,1%, respectivamente. Já as regiões Centro-Oeste e Norte, as quedas foram de 3,7% e de menos 3,2%, respectivamente. 


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Importante, SBPC: Brasil é responsável por 2,7% da produção científica mundial

O Brasil é responsável por 2,7% da produção científica mundial, mas ainda ocupa a 58° colocação entre os países mais inovadores do mundo, destacou a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, durante abertura da 65ª reunião anual da entidade na capital de Pernambuco.
O encontro deve reunir, até sexta-feira, mais de 23 mil pessoas entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros, gestores do setor e estudantes, com o tema central Ciência para o Novo Brasil. "O novo Brasil, que já é a 7° economia do mundo, tem ainda que vencer grandes desafios para estar realmente inserido na economia basilar pelo conhecimento", destacou na noite de ontem.
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Para Helena Nader, aumentar o investimento em educação é um dos fatores necessários para superar os obstáculos referentes ao crescimento da ciência no País. "As manifestações de rua, que vêm ocorrendo nas principais cidades brasileiras, têm em suas pautas de reivindicações a melhoria da educação. O Brasil ainda está em débito com seus cidadãos, no que se refere ao ensino de qualidade, desde a pré-escola ao ensino superior."
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, defendeu a expansão dos sistemas de pesquisa de dentro das universidades para os setores industriais e de serviços. "Precisamos que as empresas invistam mais em atividades de pesquisa e desenvolvimento. Afinal, esse investimento vai aumentar a produtividade das próprias empresas."
Nesta edição da SBPC foram homenageados o linguista Luiz Antonio Marcuschi e a arqueóloga Niéde Guidón. A entidade homenageia anualmente profissionais que deram contribuições significativas para o desenvolvimento da ciência brasileira.
Com a reunião, também ocorrem a SBPC Jovem, a SBPC Cultural, a ExpoT&C, além da SBPC Mirim. Entre as atrações está o Circo da Ciência - projeto que faz parte da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC). O circo vai apresentar experimentos de física, projetos de ilusão de ótica e a maquete de uma hidrelétrica em funcionamento.
A reunião da SBPC, promovida desde 1948, conta a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia. Esta é a quinta vez que a cidade de Recife sedia o encontro, voltado para difundir os avanços da ciência e debater políticas públicas para a área.
Agência Brasil.


sábado, 22 de junho de 2013

Novo fracasso da Economia Brasileira, BC faz nova ação para conter dólar.

São Paulo – O Banco Central fez a maior interferência no mercado de câmbio em mais de dois anos para conter a alta do dólar, que chegou a subir 1,2%. Ainda assim, a moeda terminou o dia no maior preço (R$ 2,163) desde 1º de maio de 2009, com alta de 0,1%. A autoridade monetária fez mais dois leilões de swap cambial tradicional, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro – totalizando oito atuações desse tipo nos últimos 15 dias.

O valor colocado no mercado ontem, US$ 4,49 bilhões, foi o maior em leilões do BC ao menos desde o início de 2011. A maior intervenção neste ano, até então, tinha ocorrido na semana passada: US$ 2,1 bilhões.
Na avaliação de analistas, a perspectiva de retirada dos estímulos econômicos nos EUA continua pressionando o dólar para cima. O BC americano recompra, mensalmente, US$ 85 bilhões em títulos públicos a fim de injetar recursos na economia.
Se houver sinais mais claros de que esses estímulos possam ser reduzidos – e investidores estarão atentos ao pronunciamento, hoje, do presidente do BC dos EUA, Ben Bernanke, em busca de pistas –, crescerá no mercado a aposta de elevação, no futuro, do juro americano.
O juro mais alto deixaria os títulos do Tesouro dos EUA, considerados de baixo risco, mais atraentes aos investidores globais do que aplicações em mercados emergentes. Por enquanto, porém, especialistas dizem acreditar que as medidas de estímulo vão começar a ser retiradas apenas no ano que vem.

Na avaliação de Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora, o Banco Central brasileiro está entrando no mercado mais para aumentar o volume de negócios do que para conter a alta do dólar. (Folhapress).


domingo, 16 de junho de 2013

Brasil em perigo,Inflação medida pelo IGP-10 registra alta em junho.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 0,63%, em junho. A taxa apurada em maio foi de -0,09%. Em junho de 2012, a variação foi de 0,73%. A taxa acumulada em 2013, até junho, é de 1,66%. Em 12 meses, o IGP-10 variou 6,17%. O IGP-10 é calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,43%, em junho. Em maio, a variação foi de -0,39%. Os Bens Finais registraram taxa de variação de 0,17%, em junho, ante 0,22%, em maio. Contribuiu para esta desaceleração o subgrupo bens de consumo não duráveis exceto alimentação e combustíveis, cuja taxa passou de 0,96% para 0,19%. O índice relativo a Bens Finais (ex), calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, registrou variação de 0,23%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,33%.
O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de 0,50%. No mês anterior, a taxa havia sido de -0,13%. Quatro dos cinco subgrupos apresentaram aceleração, com destaquepara materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de -0,11% para 0,80%. O índice de Bens Intermediários, obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, registrou variação de 0,61%. No mês anterior, foi registrada variação de -0,08%.
O índice do grupo Matérias-Primas Brutas registrou variação de 0,67%. Em maio, a taxa foi de -1,44%. Contribuíram para a aceleração do grupo os itens: soja (em grão) (-0,40% para 9,61%), milho (em grão) (-10,28% para -3,48%) e aves (-12,32% para -7,13%). Em sentido inverso, destacaram-se os itens: minério de ferro (6,65% para 1,33%), bovinos (0,41% para -0,83%) e café (em grão) (-0,13% para -1,78%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) repetiu a taxa de variação apurada em maio, 0,39%. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação:
Saúde e Cuidados Pessoais (1,39% para 0,54%); Alimentação(0,57% para 0,41%);
Despesas Diversas (0,19% para 0,03%); e Vestuário (1,09% para 0,97%).
Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: medicamentos em geral (3,05% para 0,39%), hortaliças e legumes (-0,89% para -2,26%), serviço religioso e funerário (0,40% para -0,55%) e roupas (1,45% para 1,07%), respectivamente.
Em contrapartida apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos:
Habitação (0,26% para 0,61%); Educação, Leitura e Recreação (-0,24% para 0,19%); e
Comunicação (-0,37% para 0,18%). As maiores contribuições para estes movimentos partiram dos itens: móveis para residência (-0,53% para 1,30%), passagem aérea(-8,43% para 2,37%) e tarifa de telefone residencial (-1,75% para -0,02%), nesta ordem.
Já o grupo Transportes apresentou o mesmo resultado registrado na apuração de maio: -0,02%. Entre as pressões de alta, destaca-se a tarifa de ônibus urbano (-0,57% para -0,10%) e, em sentido descendente, gasolina (-0,26% para -0,65%). 

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em junho, taxa de variação de 2,48%, acima do resultado do mês anterior, de 0,79%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,66%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,47%. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 4,19%, em junho. Na apuração referente ao mês anterior, o índice variou 1,10%.


terça-feira, 28 de maio de 2013

VII Fenara deixa saldo positivo segundo organizadores é expositores.

A 7ª FENARA – Feira de Negócios  Arte e Cultura de Araripina que aconteceu de 23 a 25 de Maio,teve 98% de seus standes vendidos, é para quem achava que seria fracasso total, decepção,porque dentro da proposta feita, a VII fenara foi um sucesso, Os expositores estão satisfeito é muitos já se prontificando a participaram, da próxima o Prefeito Alexandre Arraes em Entrevista   concedida a nós do Sistema Grande Serra de Comunicação Reafirmou compromisso de Incentivar cada vez mais o crescimento é organização desta que promete ser num futuro não muito distante uma das melhores feiras de comercio do norte,nordeste do Brasil.        


Queremos destacar aqui a participação do sistema grande serra de comunicação,que do ponto de vista de cobertura foi excepcional, específica dos companheiros Wishonton, Roberto Gonçalves, Paulo Cesar, Luiz Van. É mui especificamente Nossa Gerente Comercial Adriana Costa que teve Papel fundamental em Nossa participação lá, enfim do diretor Presidente ao Vigia estávamos lá como deveríamos está para comunicar informa etc.


Mais nossa profunda Gratidão os Parceiros do comercio, que fecharam participação  no telão, que Deus lhes de prosperidade é paz é que seus investimentos sempre tenham bons retornos, Agradecemos:  Aliança Motos, Central da Construção, Cred Torres, DM_Eltrica, Requinte Jóias, Fiorelly Bijux, Assessorium, Regina Variedades, Avél Ford,  Restaurante China em Casa, Diva´s, Toque de Décor, Tullipe Noire, Classe Moda e Aço Nobre.

       


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Comercio de Araripina Já vive o Clima da VII Fenara.



O sistema grande Serra de comunicação, estará transmitindo dentro do evento os melhores acontecimentos desta que promete ser a melhor de todas as feiras já realizadas.  
A 7ª FENARA – Feira de Negócios  Arte e Cultura de Araripina que acontece de 23 a 25 de Maio, já esta com os standes todos montados, são 50 standes, praça de alimentação com atrações musicais e culturais.

A abertura solene será dia 23/05 ás 20hs, na praça do evento – AEDA.
Os expositores terão a oportunidade de expor seus produtos e fortalecer sua marca, e de realizar contatos comerciais para futuras vendas.
No encerramento, da feira, grande show com Silvano Sales, Gaviões do Forró e Banda 100 Stress, promovido pela Bate Palmas Produções.

A FENARA é uma realização da CDL – Araripina-PE, em parceria com o SEBRAE, Prefeitura Municipal de Araripina-PE, Sistema Grande Serra de Comunicação  e William Produções e Eventos.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Efeitos da Inflação sobre o comércio Vendas do varejo brasileiro sobem em abril ante março, diz Boa Vista.


Vendas no varejo subiram 0,9% em abril ante março, mas recuaram 0,7% na análise anual.

As vendas no varejo brasileiro subiram 0,9% em abril ante março, mas recuaram 0,7% na comparação anual, afetadas pela queda das vendas de alimentos e eletrodomésticos, entre outros, mostrou indicador divulgado nesta terça-feira (21) pela Bela Vista.
Nos primeiros quatro meses do ano, as vendas no varejo acumulam alta de 2,2% ante o mesmo período de 2012, mostrou o indicador da administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). No acumulado de 12 meses até abril, alta é de 5,2%.
O setor de supermercados, alimentos e bebidas apresentou recuo de 1,8% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado e alta de 0,1% ante março.
Já as vendas de móveis e eletrodomésticos recuaram nas duas comparações, com retração de 2,9% ante o mesmo mês do ano passado e de 2,2% ante março.
O consumo das famílias vem sendo afetado pela inflação elevada, que gera insegurança e corrói o poder de compra do trabalhador. Nos período de 12 meses até abril, a inflação oficial acumulada chega a 6,49%, muito perto do teto da meta do governo.

O segmento de tecidos, vestuários e calçados teve alta de 6% em abril ante o mesmo mês do ano passado e recuo de 0,2% ante março.
Combustíveis e lubrificantes também tiveram maiores vendas em abril, com alta de 5,9% sobre abril de 2012. Em relação a março, a elevação foi de 2,5%.