sábado, 24 de agosto de 2013

E vai piorar!!, Rombo externo já soma US$ 52 bi

País já não consegue se financiar com IED e fica mais dependente da especulação

O déficit em transações correntes – comércio e serviços do país com o resto do mundo – atingiu US$ 9,018 bilhões em julho, de acordo com o Banco Central (BC). O número é quase 2,5 vezes maior do que os US$ 3,746 bilhões registrados no mesmo mês do ano passado.

Com isso, nos sete meses do ano, o rombo nas transações correntes saltou para US$ 52,472 bilhões, contra US$ 28,990 bilhões em igual período de 2012. O déficit externo já corresponde a 3,95% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período do ano passado, essa relação estava em 2,24%.

De janeiro a julho, a balança comercial amargou déficit de US$ 4,989 bilhões. A conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) ficou negativa em US$ 26,222 bilhões. Já a de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) teve um buraco de US$ 23,073 bilhões.

O ingresso líquido de transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) ficou em US$ 1,813 bilhão nos sete meses do ano.

Ainda segundo o BC, o investimento estrangeiro direto (IED), que, teoricamente, é destinado ao setor produtivo da economia, chegou a US$ 5,212 bilhões em julho. Com isso, chegou a US$ 35,239 bilhões nos sete meses do ano.

O IED, porém, foi insuficiente para financiar o déficit externo. Com isso, o país fica ainda mais dependente dos capitais especulativos para fechar suas contas externas. E aumenta o poder de fogo do lobby pela nova escalada da taxa básica de juros (Selic), que corrige parte da dívida pública nacional.


Com isso, o investimento de estrangeiros em ações negociadas no Brasil e no exterior somou US$ 269 milhões em julho e US$ 6,547 bilhões nos sete meses do ano. Já as aplicações de “gringos” em títulos da renda fixa somaram, respectivamente US$ 4,235 bilhões e US$ 15,272 bilhões. 


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Armações madein, China investiga erro informático que fez disparar acções na bolsa de Xangai

Problemas no sistema de transacções de uma casa de corretagem levaram índice bolsista a valorizar mais de 5% durante alguns segundos.
A autoridade chinesa que regula os mercados de capitais abriu uma investigação depois de identificar um problema no sistema informático de uma .casa de corretagem. Em apenas alguns segundos, o erro fez disparar em 5,6% o índice bolsista Xangai Composite, na última sexta-feira.
Segundo um comunicado da comissão chinesa de regulação bolsista, emitido no domingo, os problemas de transacção que ocorreram durante a sessão de 16 de Agosto tiveram origem num defeito no sistema de transacções da Everbright Securities.
O sistema lançou uma série de ordens de compra de acções, num montante de 23.400 milhões de iuans (2870 milhões de euros), levando o índice a registar uma subida acentuada, mas sem que nenhuma das transacções se chegasse a concretizar. Apesar da valorização pontual, que provocou alguma confusão na Bolsa de Xangai, entre os rumores de que se tratava de um “erro humano”, o índice acabou por terminar a sessão a desvalorizar 0,6%.
Depois de reconhecer o problema informático, a Everbright Securities fez saber que, com este caso, perdeu o equivalente a 31 milhões de dólares (cerca de 23 milhões de euros).
Para já, durante três meses, deixará de poder realizar transacções, assim como assumir posições nos chamados mercados de futuros (onde, por exemplo, são fixadas condições futuras na transacção de um título). 

Segundo o jornal britânico Financial Times, o regulador do mercado sublinhou tratar-se de um caso isolado, mas todas as entidades de corretagem estão agora sob alerta para potenciais problemas, tanto mais depois de analistas terem avisado para as fragilidades que o caso desperta em torno da confiança no mercado de acções na China.


sábado, 10 de agosto de 2013

Então porque o governo Brasileiro se queixa, ?Lucro da Petrobras supera expectativa e soma R$6,2 bi no 2º tri

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 9 Ago (Reuters) - A Petrobras teve no segundo trimestre lucro líquido de 6,201 bilhões de reais, valor acima das estimativas do mercado, com um crescimento da produção de combustíveis vendidos a preços maiores e uma mudança contábil que evitou perda bilionária pela alta do dólar.
No mesmo trimestre do ano passado, a gigante estatal havia registrado prejuízo de 1,346 bilhão de reais. Analistas ouvidos pela Reuters esperavam em média um lucro líquido de 5,08 bilhões de reais no segundo trimestre.
Com utilização de 99 por cento da capacidade de refino, a petroleira atingiu receita de vendas de 73,627 bilhões de reais, um aumento de 8,2 por cento em relação ao mesmo período do ano passado e de 2 por cento ante o primeiro trimestre, informou a companhia brasileira nesta sexta-feira.
O lucro operacional no segundo trimestre de 2013 totalizou 11,1 bilhões de reais, mais que o dobro do verificado no mesmo período do ano passado, e 13 por cento maior que o registrado no primeiro trimestre.
"Este crescimento (em relação ao 1º tri) é explicado pelo efeito do aumento dos preços de diesel e gasolina ocorridos ao longo do 1T13, pela maior produção desses derivados em nosso parque de refino, pelos ganhos com as operações de desinvestimento no exterior...", afirmou a presidente da estatal, Maria das Graças Foster, em nota, citando ainda resultados da otimização de custos operacionais.
O lucro operacional foi reforçado por venda de participações em ativos na África, por 1,5 bilhão de dólares, em junho. Com foco na produção no Brasil, a estatal reduziu sua atuação internacional de 23 para 17 países nos últimos 12 meses.
O lucro líquido no período de abril a junho, no entanto, caiu 19 por cento ante primeiro trimestre, por impacto da depreciação cambial sobre dívida líquida, resultado que foi parcialmente compensado por alta do lucro operacional, disse a empresa em comunicado.
Diante da valorização do dólar frente ao real, a Petrobras estendeu, no último trimestre, a Contabilidade de Hedge para proteção de exportações futuras.
A nova contabilidade permitiu "que perdas cambiais de 8 bilhões reais, relativas à cerca de 70 por cento do endividamento líquido exposto à variação cambial, fossem contabilizadas no patrimônio líquido", evitando uma verdadeira sangria no resultado na empresa.
As perdas, em vez de serem contabilizadas de uma só vez no resultado trimestral, serão transferidas para o resultado à medida que as exportações forem realizadas, diluindo o impacto da variação cambial sobre os resultados trimestrais.
Mas mesmo com a nova contabilidade, a empresa teve uma despesa financeira líquida de 3,551 bilhões de reais com a depreciação cambial sobre o seu endividamento líquido.
EBITDA TURBINADO
Paralelamente, a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) atingiu 18,481 bilhões de reais, um salto de mais de 80 por cento sobre o resultado alcançado um ano antes. O Ebitda veio acima da estimativa média do mercado, de 16,126 bilhões de reais.
Os reajustes nos preços do diesel e da gasolina ocorridos desde junho de 2012 e o maior processamento nas refinarias colaboraram para redução do prejuízo da divisão de Abastecimento, que caiu para 2,5 bilhões de reais no segundo trimestre, ante perdas de 7 bilhões de reais no mesmo período do ano passado.
QUEDA NAS IMPORTAÇÕES
A redução das importações de derivados, num momento em que o dólar alto encarece estas operações, e menores custos também de aquisição de petróleo, devido à queda das cotações internacionais, colaboraram para o resultado da companhia e uma melhora do resultado da divisão de Abastecimento.
As importações de derivados da Petrobras recuaram quase 32 por cento no segundo trimestre ante o mesmo período do ano passado, para 261 mil barris por dia.
Já as importações de petróleo passaram a superar recentemente as exportações e a empresa deixou de ser superavitária no comércio externo de petróleo.
A produção média de óleo ficou em linha com as previsões da empresa, somando 2,555 milhões de barris ao dia, em média, e praticamente estável em relação aos volumes produzidos no mesmo trimestre do ano passado e no primeiro trimestre deste ano.
Já a produção de derivados subiu de 2 milhões de barris por dia no segundo trimestre de 2012 para 2,13 milhões de barris no último trimestre.
CUSTOS E INVESTIMENTOS
O custo de produção por barril da Petrobras cresceu cerca de 13 por cento em um ano. O chamado "lifting cost" (custo de extração), descontando-se a participação do governo brasileiro, passou de 13,28 dólares no segundo trimestre de 2012 para 15,02 dólares no mesmo período de 2013.
Em relação primeiro trimestre, o aumento foi de 2 por cento, refletindo "custos das entradas em operação do FPSO-Cidade Itajaí; do TLD do FPSO Cidade de São Vicente, do FPSO Cidade de Paraty, do retorno do campo de Frade,além dos maiores gastos com pessoal decorrentes da revisão atuarial dos planos de pensão e saúde, conforme relata a estatal.
As novas plataformas permitirão à estatal elevar a produção, o que deve ocorrer a partir do segundo semestre, segundo executivos da companhia e analistas de mercado.
Os investimentos da Petrobras no primeiro semestre somaram 44,113 bilhões de reais, um aumento de 14 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.
Do total, a petroleira investiu 54 por cento (24 bilhões de reais) em atividades de exploração e produção e 33 por cento (14,4 bilhões de reais) em refino.
Os investimentos foram direcionados à "capacidade produtiva, à modernização e ampliação do parque de refino e à integração e expansão de nossos sistemas de transporte, através de gasodutos e sistemas de distribuição", segundo a estatal.
Já o endividamento líquido da Petrobras cresceu 19 por cento no primeiro semestre, alcançando 176,280 bilhões de reais em 30 de junho. A alavancagem, relação entre o endividamento e patrimônio líquido, ficou em 34 por cento, três pontos percentuais acima do registrado no final do ano passado.
O índice de dívida líquida/Ebitda ajustado caiu para 2,57 vezes, ante 2,77 vezes no final do ano passado


terça-feira, 23 de julho de 2013

O governo Dilma na contramão da economia,Demanda tem 2º pior desempenho.

A demanda das empresas por crédito diminuiu 4,7% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período do ano passado, de acordo com a Serasa Experian. Foi o segundo pior desempenho para um primeiro semestre desde 2007, início da série histórica do indicador. Antes desse resultado, o pior tinha sido o de 2009, quando a queda chegou a 6,7%.

Tomando apenas o mês de junho, houve uma pequena recuperação na demanda por crédito, com aumento de 0,6%, ante queda de 9% em maio.

No semestre, a queda se concentrou nas micro e pequenas empresas (-6,8%), já que entre as médias e grandes houve avanço, de 6,3% e de 18,6%, respectivamente. Entre janeiro e junho de 2013, o maior recuo na procura das empresas por crédito se verificou na região Sul (-7,2%) frente ao mesmo período do ano passado.


 Nas regiões Nordeste e Sudeste, as quedas acumuladas no semestre foram de 4,6% e de 4,1%, respectivamente. Já as regiões Centro-Oeste e Norte, as quedas foram de 3,7% e de menos 3,2%, respectivamente. 


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Importante, SBPC: Brasil é responsável por 2,7% da produção científica mundial

O Brasil é responsável por 2,7% da produção científica mundial, mas ainda ocupa a 58° colocação entre os países mais inovadores do mundo, destacou a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, durante abertura da 65ª reunião anual da entidade na capital de Pernambuco.
O encontro deve reunir, até sexta-feira, mais de 23 mil pessoas entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros, gestores do setor e estudantes, com o tema central Ciência para o Novo Brasil. "O novo Brasil, que já é a 7° economia do mundo, tem ainda que vencer grandes desafios para estar realmente inserido na economia basilar pelo conhecimento", destacou na noite de ontem.
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Para Helena Nader, aumentar o investimento em educação é um dos fatores necessários para superar os obstáculos referentes ao crescimento da ciência no País. "As manifestações de rua, que vêm ocorrendo nas principais cidades brasileiras, têm em suas pautas de reivindicações a melhoria da educação. O Brasil ainda está em débito com seus cidadãos, no que se refere ao ensino de qualidade, desde a pré-escola ao ensino superior."
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, defendeu a expansão dos sistemas de pesquisa de dentro das universidades para os setores industriais e de serviços. "Precisamos que as empresas invistam mais em atividades de pesquisa e desenvolvimento. Afinal, esse investimento vai aumentar a produtividade das próprias empresas."
Nesta edição da SBPC foram homenageados o linguista Luiz Antonio Marcuschi e a arqueóloga Niéde Guidón. A entidade homenageia anualmente profissionais que deram contribuições significativas para o desenvolvimento da ciência brasileira.
Com a reunião, também ocorrem a SBPC Jovem, a SBPC Cultural, a ExpoT&C, além da SBPC Mirim. Entre as atrações está o Circo da Ciência - projeto que faz parte da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC). O circo vai apresentar experimentos de física, projetos de ilusão de ótica e a maquete de uma hidrelétrica em funcionamento.
A reunião da SBPC, promovida desde 1948, conta a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia. Esta é a quinta vez que a cidade de Recife sedia o encontro, voltado para difundir os avanços da ciência e debater políticas públicas para a área.
Agência Brasil.


sábado, 22 de junho de 2013

Novo fracasso da Economia Brasileira, BC faz nova ação para conter dólar.

São Paulo – O Banco Central fez a maior interferência no mercado de câmbio em mais de dois anos para conter a alta do dólar, que chegou a subir 1,2%. Ainda assim, a moeda terminou o dia no maior preço (R$ 2,163) desde 1º de maio de 2009, com alta de 0,1%. A autoridade monetária fez mais dois leilões de swap cambial tradicional, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro – totalizando oito atuações desse tipo nos últimos 15 dias.

O valor colocado no mercado ontem, US$ 4,49 bilhões, foi o maior em leilões do BC ao menos desde o início de 2011. A maior intervenção neste ano, até então, tinha ocorrido na semana passada: US$ 2,1 bilhões.
Na avaliação de analistas, a perspectiva de retirada dos estímulos econômicos nos EUA continua pressionando o dólar para cima. O BC americano recompra, mensalmente, US$ 85 bilhões em títulos públicos a fim de injetar recursos na economia.
Se houver sinais mais claros de que esses estímulos possam ser reduzidos – e investidores estarão atentos ao pronunciamento, hoje, do presidente do BC dos EUA, Ben Bernanke, em busca de pistas –, crescerá no mercado a aposta de elevação, no futuro, do juro americano.
O juro mais alto deixaria os títulos do Tesouro dos EUA, considerados de baixo risco, mais atraentes aos investidores globais do que aplicações em mercados emergentes. Por enquanto, porém, especialistas dizem acreditar que as medidas de estímulo vão começar a ser retiradas apenas no ano que vem.

Na avaliação de Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora, o Banco Central brasileiro está entrando no mercado mais para aumentar o volume de negócios do que para conter a alta do dólar. (Folhapress).


domingo, 16 de junho de 2013

Brasil em perigo,Inflação medida pelo IGP-10 registra alta em junho.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 0,63%, em junho. A taxa apurada em maio foi de -0,09%. Em junho de 2012, a variação foi de 0,73%. A taxa acumulada em 2013, até junho, é de 1,66%. Em 12 meses, o IGP-10 variou 6,17%. O IGP-10 é calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,43%, em junho. Em maio, a variação foi de -0,39%. Os Bens Finais registraram taxa de variação de 0,17%, em junho, ante 0,22%, em maio. Contribuiu para esta desaceleração o subgrupo bens de consumo não duráveis exceto alimentação e combustíveis, cuja taxa passou de 0,96% para 0,19%. O índice relativo a Bens Finais (ex), calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, registrou variação de 0,23%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,33%.
O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de 0,50%. No mês anterior, a taxa havia sido de -0,13%. Quatro dos cinco subgrupos apresentaram aceleração, com destaquepara materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de -0,11% para 0,80%. O índice de Bens Intermediários, obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, registrou variação de 0,61%. No mês anterior, foi registrada variação de -0,08%.
O índice do grupo Matérias-Primas Brutas registrou variação de 0,67%. Em maio, a taxa foi de -1,44%. Contribuíram para a aceleração do grupo os itens: soja (em grão) (-0,40% para 9,61%), milho (em grão) (-10,28% para -3,48%) e aves (-12,32% para -7,13%). Em sentido inverso, destacaram-se os itens: minério de ferro (6,65% para 1,33%), bovinos (0,41% para -0,83%) e café (em grão) (-0,13% para -1,78%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) repetiu a taxa de variação apurada em maio, 0,39%. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação:
Saúde e Cuidados Pessoais (1,39% para 0,54%); Alimentação(0,57% para 0,41%);
Despesas Diversas (0,19% para 0,03%); e Vestuário (1,09% para 0,97%).
Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: medicamentos em geral (3,05% para 0,39%), hortaliças e legumes (-0,89% para -2,26%), serviço religioso e funerário (0,40% para -0,55%) e roupas (1,45% para 1,07%), respectivamente.
Em contrapartida apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos:
Habitação (0,26% para 0,61%); Educação, Leitura e Recreação (-0,24% para 0,19%); e
Comunicação (-0,37% para 0,18%). As maiores contribuições para estes movimentos partiram dos itens: móveis para residência (-0,53% para 1,30%), passagem aérea(-8,43% para 2,37%) e tarifa de telefone residencial (-1,75% para -0,02%), nesta ordem.
Já o grupo Transportes apresentou o mesmo resultado registrado na apuração de maio: -0,02%. Entre as pressões de alta, destaca-se a tarifa de ônibus urbano (-0,57% para -0,10%) e, em sentido descendente, gasolina (-0,26% para -0,65%). 

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em junho, taxa de variação de 2,48%, acima do resultado do mês anterior, de 0,79%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,66%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,47%. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 4,19%, em junho. Na apuração referente ao mês anterior, o índice variou 1,10%.