sexta-feira, 17 de maio de 2013

Inadimplência atrapalha vendas, Endividado, brasileiro freia compra a prazo.



São Paulo. A venda a prazo, normalmente de itens de maior valor, ficou estagnada na primeira quinzena deste mês, apesar do esforço do varejo para desovar os estoques de eletrodomésticos, TVs e telefones celulares por ocasião do Dia das Mães, a melhor data para o comércio depois do Natal. E uma parcela crescente de inadimplentes acumulava no mês passado dívidas não pagas superior a R$ 500.

Em abril, mais da metade dos consumidores inadimplentes (50,49%) tinha dívida acima de R$ 500. Em janeiro e fevereiro, essa fatia girava em torno de 30%, aponta um recorte do índice mensal de inadimplência apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), com base no cadastro nacional de inadimplentes. O salto ocorreu em março, quando 47,52% dos inadimplentes deviam mais de R$ 500, e se acentou no mês passado.

"O consumidor está temporariamente parando de comprar a prazo", afirma o economista da Associação Comercial de São Paulo, Emílio Alfieri. 


Entre os dias 1.º e 15 deste mês, as consultas para compras financiadas caíram 0,3% na comparação com igual período de 2012, considerando o mesmo número de dias úteis.

Ele destaca que o consumidor está cauteloso para não ampliar ainda mais o endividamento, que cresceu rapidamente nos últimos meses. Segundo a economista do SPC Brasil, Ana Paula Bastos, o avanço da parcela de consumidores inadimplentes com dívidas superior a R$ 500 ocorreu por causa do acúmulo das compras de fim de ano combinado com os gastos de início de ano com impostos. Além disso, houve uma forte expansão da oferta crédito.

 "A nossa pesquisa mostra que o inadimplente chega a ter várias pendências, com dívidas, por exemplo, em seis cartões de crédito". 


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Valendo muito,Ações do Google batem a marca de US$ 900 por papel no primeiro dia da Google I/O.


No primeiro dia da conferência de desenvolvedores Google I/O, as ações do gigante da web bateram a marca histórica de US$ 900 (cerca de R$ 1.800) por papel. O recorde da empresa foi atingido três meses depois dela ter conseguido superar a marca de US$ 800 pela primeira vez.
Entre as novidades apresentadas na conferência que devem ter animado os investidores estão o lançamento de um novo serviço de streaming de música, uma grande atualização no seu poderoso sistema de mapas e atualizações relacionadas a dispositivos móveis.
Conforme ressalta o Mashable, os últimos dias têm sido de boas notícias para o Google, já que o Gartner anunciou que o Android foi responsável por 75% de todos os smartphones vendidos no primeiro trimestre de 2013. Além disso, um estudo também mostrou que os usuários do Google+ estão gastando mais tempo com a rede social.
Mas enquanto o Google desponta como uma empresa inovadora no mundo da tecnologia, Wall Street assiste a queda das ações da Apple, que ficaram abaixo dos US$ 500. Concorrentes à parte, fato é que o Google está prestes a se tornar a primeira empresa de tecnologia a atingir o valor de US$ 1 mil (cerca de R$ 2 mil) por ação.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Parece bom,especialistas concordam: consumidor só tem a ganhar com novas regras do comércio eletrônico.


Entraram em vigor nesta terça-feira as novas regras relacionadas ao comércio eletrônico no Brasil. Para entender melhor o que elas trazem de novo aos consumidores do país, o SRZD entrou em contato com dois especialistas na área: a advogada Maria Eugênia Reis Finkelstein, autora do livro "Manual de Direito do Consumidor", e o advogado Marcelo Calixto, membro da Comissão de Direito do Consumidor.
Em primeiro lugar, Maria Eugênia faz questão de ressaltar a importância do e-commerce em nosso país. "Existem 100 milhões de potenciais consumidores de produtos e serviços através da internet no Brasil. É um mercado em amplo crescimento", destaca. "Entre 2011 e 2012, o serviço aumentou em 29%, sendo que só no ano passado ele movimentou R$ 18,7 bilhões".
Marcelo também enxerga a relevância deste tipo de comércio. "Mesmo com um projeto de lei sobre o assunto tramitando no Senado, o governo deve ter visto a urgência da questão e baixou um decreto antecipando as mudanças na lei".
Com as novidades, as lojas virtuais terão de seguir regras já existentes no Código de Defesa do Consumidor (CDC) e deixar algumas informações mais evidentes para os todos os compradores. Confira os principais pontos:
- Direito de arrependimento
Caso não queira mais o produto que comprou, o consumidor pode devolvê-lo até sete dias após tê-lo recebido em casa. "Mesmo que não haja defeito, o comprador pode trocar o bem ou até mesmo pedir o dinheiro de volta", explica a advogada sober o chamado "prazo de reflexão".

Calixto diz que isso já deveria acontecer, já que está na Lei desde 1990, com o antigo CDC. "Obviamente, o código não previa as compras pela internet naquela época, mas um artigo se referia a compras fora do estabelecimento comercial, como porta a porta ou por telefone. A partir de agora, o texto fala especificamente sobre comércio eletrônico".
- Informações claras para o internauta
A partir de agora, nada de esconder os direitos do comprador dentro da página. "Dados como o fornecedor, o CNPJ da empresa, o endereço físico e o telefone devem ser de fácil visualização para todos", explica Maria Eugênia. Isso permitirá um contato mais fácil para a resolução de problemas que podem vir a acontecer após uma negociação.
- Regras específicas para compras coletivas
Com o crescente número de sites de compra coletiva, em que várias pessoas se juntam para adquirir um produto ou serviço e com isso obtêm desconto, as novas regras são claras sobre o tema. O advogado explica: "A página é obrigada a prestar informações como o número de compradores necessários para que se atinja a meta e o prazo para o recebimento do que foi adquirido".

Segundo Calixto, caso o consumidor se sinta prejudicado ou perceba que alguma empresa está descumprindo as novas regras, ele deve ir atrás de seus direitos. "Nestes casos, o Procon pode aplicar multas, suspender os serviços ou até mesmo revogar a concessão da empresa", explica.

Maria Eugênia, por sua vez, aponta que o Decreto 7.962 não traz exatamente grandes novidades, mas garante antigos direitos aos consumidores de um mercado cada vez mais importante. "Isso mostra a preocupação do governo com o crescente comércio pela internet". Acima de tudo, os dois especialistas não têm dúvidas de afirmar: com as novas regras que entram em vigor, o grande beneficiado é o consumidor brasileiro.

 


terça-feira, 19 de março de 2013

Araripina Escanda-lo da Lavanderia Lava-Bem !!


Fundada em  outubro de 2005  a lavanderia lava-bem já parte integrante da vida do povo de Araripina e região mais nestes últimos um dias, esta historia ganha um novo capitulo um escanda-lo  comercial a lavanderia lava bem está de endereço novo  Situada Rua José Barreto Alencar  N-71 Ao Lado da Escola da independência Centro de Araripina Fone 3873-3488. Va e veja com seus próprios olhos, lavanderia lava bem suas roupas em boas mãos.  Rua Jose Barreto Alencar N71 fone 3873-3488.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Dicas de Compras em Araripina o vlog

Estamos em 2013 3 muitas coisas devem acontecer desta forma, convidamos você e visitar os nossos parceiros comerciais, que seu 2013 seja de muitas realizações e sucesso.